Quem Somos - CASA MALANA

Casa Malana

  Criação do Cão Serra da Estrela com lop e afixo


Na Casa Malana temos a melhor seleção e criação da raça de Cães Serra da Estrela.
Temos o prazer de vos dar a conhecer um pouco da raça do Cão Serra da Estrela que já esteve em vias de extinção, descreveremos alguns aspetos como o seu temperamento, as suas aptidões,a sua história e o seu aspeto geral.

Temos como objetivo criar cães de qualidade, tanto a nível morfológico como a nível de carácter. Apostando na qualidade, procuramos a harmonia do conjunto, mantendo-nos o mais fiéis possível ao estalão da raça.

Desta forma, só são usados como reprodutores animais:
  • Em perfeito estado de saúde;
  • Isentos de displasia da anca
  • Com bom carácter
  • Isentos de taras genéticas
  • Conformes ao estalão da raça


Fazemos um acompanhamento e controlo rigoroso às cadelas gestantes, bem como aos cachorros desde o nascimento ao momento da entrega ao novo dono.

Uma das nossas maiores preocupações é assegurar excelentes condições sanitárias para que os nossos cães possam nascer, crescer e viver num ambiente não só de muito amor e carinho, mas também saudável.

Entregamos os cachorros aos novos donos a partir das 8 semanas:
  • Em perfeitas condições higiénico – sanitárias.
  • Vacinados pelo médico veterinário
  • Devidamente desparasitados
  • Socializados
  • Entregues com LOP (livro de origens português)
  • Identificação eletrónica na base de dados do SIRA



Criação e Seleção

Cão Serra da Estrela

Ver Mais[+]     

Estalão da Ração - Cão Serra da Estrela


CÃO DA SERRA DA ESTRELA

ORIGEM: Portugal
DATA DE PUBLICAÇÃO DO ESTALÃO DE ORIGEM EM VIGOR: 04-11-2008
UTILIZAÇÃO: Cão de protecção de rebanhos, de guarda, de família e até utilizado como animal de tracção.

CLASSIFICAÇÃO F.C.I.:
Grupo 2 Pinscher e schnauzer, raças molossóides, cães suíços de montanha e boieiros e outras raças.
Secção 2.2 Raças molossóides de tipo montanha. Sem prova de trabalho.

BREVE RESUMO HISTÓRICO:
Desde épocas remotas, este cão desenvolveu-se e fixou-se na região da Serra da Estrela, perdendo-se no tempo a sua verdadeira origem. Deve ser, no entanto, uma das raças caninas mais antigas da Península Ibérica.
Encontra-se desde as imediações das faldas da Serra até às mais elevadas altitudes (2000 metros aproximadamente), sobretudo no Verão, em que, desaparecida a neve, as pastagens vicejam nas altas planuras, sendo procuradas pelos gados, visto, nas regiões do sopé, o calor excessivo ter dessecado toda a vegetação pascigosa.
Os cães acompanham os rebanhos, como guardiões vigilantes, defendendo-os dos predadores que tais paragens infestam. O progressivo reconhecimento das suas aptidões tem levado à sua difusão por todo o Mundo, a partir da segunda metade do século XX.

ASPECTO GERAL:
Cão grande, convexilíneo, molossóide, tipo mastim, existente na variedade de pêlo comprido e de pêlo curto. Animal rústico, bem entroncado, com viveza de andamentos e imponente de atitudes. Olhar vivo, calmo e expressivo. Bem proporcionado, morfologicamente perfeito, de uma acentuada harmonia de conjunto, reveladora de uma pureza étnica radicada pelo tempo.

PROPORÇÕES IMPORTANTES:
Cão sublongilíneo, com tendência a mediolíneo. A altura do peito é inferior a metade da altura do garrote. O comprimento do chanfro e do crânio devem ser aproximadamente iguais, não o sendo, será o crânio ligeiramente mais comprido.

COMPORTAMENTO / CARÁCTER:
Inseparável companheiro do pastor e guarda fiel do rebanho que, com valentia, defende contra os predadores e roubadores de gado. Magnífico guarda de quintas e habitações, sendo dissuasor para os estranhos e de uma docilidade característica junto do dono.

CABEÇA:
Forte, volumosa, alongada e ligeiramente convexa. Com boa inserção. Proporcionada ao corpo, bem como o crânio em relação à face, o que lhe dá, em conjunto, uma acentuada harmonia. Pele lisa no crânio e face.

REGIÃO CRANIANA:
Crânio: Bem desenvolvido, arredondado, apresenta eixos longitudinais superiores crânio-faciais ligeiramente divergentes, perfil convexo, arcadas supraorbitárias pouco desenvolvidas com sulco frontal pouco aparente, crista occipital apagada.
Chanfradura Nasal (Stop): Depressão naso-frontal pouco pronunciada e a uma distância aproximadamente igual da ponta do focinho e da protuberância occipital.

REGIÃO FACIAL:
Trufa: Direita e bem aberta; larga, de cor preta.
Chanfro: Alongado; estreitando para a ponta, sem afilamento; tende para o rectilíneo, na sua maior extensão, e muito ligeiramente convexo junto à sua extremidade.
Lábios: Pouco espessos; grandes; não pendentes e bem sobrepostos; mucosa bucal e céu da boca intensamente pigmentados de preto, bem como os bordos labiais.
Mandíbulas/dentes: Boca bem rasgada com maxilas bem desenvolvidas; dentição completa com dentes fortes, brancos, bem implantados e adaptando-se bem, apresentando, preferencialmente, dentição do tipo tesoura, sendo tolerada também, a dentição em pinça.
Olhos: Horizontais, aflorados, de forma oval, de tamanho médio-pequeno, iguais e bem abertos, de expressão inteligente e calma; de cor âmbar escuro, de preferência. Pálpebras fechando bem e de bordos orlados a negro. Sobrolho um tanto aparente.
Orelhas: Média inserção; pendentes, inclinadas para trás, caindo lateralmente, encostadas à cabeça, e deixando ver, na base, um pouco da face interna (repuxadas); delgadas, de forma triangular, arredondadas na ponta; pequenas em relação ao conjunto.

PESCOÇO:
Curto; direito e grosso; bem saído e bem unido; embarbelado sem demasia.

TRONCO:
Linha superior: Recta, quase horizontal.
Dorso: Bem musculado de preferência curto.
Lombo: Curto; largo; bem musculado e unido com a garupa.
Garupa: Um pouco descaída; curta; larga e musculada. A altura da garupa deverá ser igual ou ligeiramente superior à altura ao garrote.
Peito: Largo; profundo; bem arqueado, sem ser cilíndrico, e bem descido, junto ou ligeiramente abaixo do codilho.
Linha inferior e ventre: A linha inferior deve elevar-se, de uma forma gradual, mas suave, do esterno às virilhas; abdómen pouco volumoso, proporcionado à corpulência do animal, ligando-se insensivelmente com as regiões confinantes.

CAUDA:
Média inserção; inteira; comprida; grossa; porte abaixo da horizontal, em forma de cimitarra, formando gancho na ponta, caindo naturalmente entre as coxas, chegando a ponta pelo menos ao curvilhão, quando o animal está tranquilo; excitado e em movimento, a cauda ultrapassa a horizontal, encurvando-se para cima e para diante, para o lado e para baixo, sem ser transportada sobre a garupa. Deve ser bem guarnecida de pêlos, sendo franjada na variedade de pêlo comprido.

MEMBROS:
MEMBROS ANTERIORES: Bem aprumados, esqueleto bem constituído, com articulações grossas, ângulos de abertura regular, com grande facilidade de movimentos; ossatura forte.
Antebraços: Bem constituídos, compridos, com forte ossatura e aproximando-se da forma cilíndrica.
Mãos: Proporcionadas, bem constituídas, nem muito redondas, nem alongadas em excesso, intermédio dos pés de gato e de lebre, de forma a evitar o espalmado, providas de pêlos abundantes nos espaços interdigitais e entre os tubérculos plantares; dedos grossos; bem unidos; unhas escuras, preferencialmente pretas, bem saídas; palmas grossas e duras.

MEMBROS POSTERIORES: Bem aprumados, esqueleto bem constituído, com articulações grossas, ângulos de abertura regular, com grande facilidade de movimentos; ossatura forte.

Curvilhão: Um pouco descido, regularmente aberto e de boa direcção, seguindo-se-lhe uma canela vertical, quase cilíndrica

Pés: Idênticos às mãos, os pés podem apresentar presunhos simples ou duplos.

ANDAMENTOS: Movimentos normais e fáceis.

PELAGEM: Pêlo: Forte, muito abundante, ligeiramente grosseiro, sem demasiada aspereza, fazendo lembrar um pouco o pêlo de cabra. O subpêlo é constituído por pêlos finos, curtos, abundantes e emaranhados, normalmente mais claros que a pelagem. – Variedade de pêlo comprido: Pêlo liso ou ligeiramente ondulado apresentando-se desigual em certas regiões. Nos membros, dos codilhos e curvilhões abaixo, é mais curto e denso, assim como na cabeça; nas orelhas, diminui de comprimento da base para a ponta, tornando-se fino e macio. É mais comprido na cauda, que é farta, grossa e franjada, em volta do pescoço e bordo inferior, e nas nádegas que são abundantemente franjadas, bem como na face posterior dos antebraços.

– Variedade de pêlo curto: Pêlo liso, homogéneo em todo o corpo, sendo ligeiramente mais curto na cabeça e membros, não podendo apresentar franjas. Cores: São admitidas e consideradas típicas as seguintes cores:
– Unicolores: amarelo, fulvo e cinza em todos os gradientes de intensidade de cor;
– Lobeiros: lobeiro fulvo, lobeiro amarelo e lobeiro cinza, nas tonalidades claro, comum ou escuro;
– Raiados: raiados fulvo, raiados amarelo e raiados cinza. Na região crânio-facial é típica a máscara de cor negra. As malhas brancas são admitidas apenas nas extremidades dos pés e mãos e em pequena extensão na face ventral do pescoço e peito.

ALTURA E PESO:
Altura ao garrote: Machos: 65-73 cm Fêmeas: 62-69 cm
Peso: Machos: 45-60 kg Fêmeas: 35-45 kg

DEFEITOS: Qualquer desvio em relação ao estalão deve ser considerado como falta e penalizado na exacta proporção da sua gravidade e das suas consequências na saúde e bem estar do cão.

Aparência: Mau aspecto geral, magreza ou obesidade.
Altura: Fora dos limites estabelecidos pelo estalão, mas dentro de uma tolerância de 2 centímetros no limite superior.
Cabeça: Estreita, comprida e afilada.
Olhos: Claros.

Orelhas: Má inserção, muito grandes, carnudas e redondas. Placadas.

Cauda: Transportada sobre o dorso. Ausência de gancho.
Pelagem: Ausência de máscara negra.
DEFEITOS GRAVES
Temperamento: Exemplares evidenciando desequilíbrio nervoso, com sinais de timidez.
Pelagem: Pêlo afastando-se do tipo natural.
Trufa: Ventas claras, em especial almaradas.
Orelhas: Amputadas.
Cauda: Amputada ou rudimentar.
Altura: Excessiva (gigantismo) ou diminuta (nanismo), isto é: – Machos: < 65 cm ou > 75 cm
– Fêmeas: < 62 cm ou > 71 cm

DEFEITOS ELIMINATÓRIOS (DESQUALIFICAÇÕES):
Tipo: Atípico.
Temperamento: Agressividade. Timidez exacerbada.
Cabeça: Muito estreita, muito comprida e muito afilada completamente fora do tipo molossóide.
Maxilas: Prognatismo e endognatismo.
Olhos: Gázeos ou desiguais de tamanho.
Cauda: Anuros.
Pelagem: Albinismo. Cores diferentes das estabelecidas pelo estalão. Pêlo completamente afastado do tipo natural.
Testículos: Monorquídeo ou criptorquídeo. Todo o cão que apresentar qualquer nível de anomalia física ou de comportamento deve ser desqualificado. Nota: Os machos devem sempre apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos no escroto.










Contactos e Localização